Dança

La danse des jeux

2024-02-23T17:59:56-03:0023 de fevereiro de 2024|

Criada por Mourad Merzouki para a Olimpíada Cultural, a Dança dos Jogos é uma coreografia que celebra os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris 2024, com música original de Müller & Makaroff (Gotan Project). A Dança dos Jogos é uma criação coreográfica mas também um projeto pedagógico. Projetada para ser acessível desde o jardim de infância até a universidade, é uma forma de incentivar a atividade física e enriquecer a educação artística dos alunos. Professores, alunos, associações esportivas... o convite é para tod@s se envolverem e participarem da dinâmica dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos!

Boxe Boxe Brasil

2024-02-23T17:21:17-03:0023 de fevereiro de 2024|

Em 2010, Mourad Merzouki convidou o quarteto de cordas Debussy para dividir o palco com dançarinos de hip-hop e, desde então, Boxe Boxe foi apresentado para quase 130.000 espectadores. O coreógrafo está recolocando as luvas para repensar a escrita dessa peça e está se unindo aos dançarinos cariocas que ele revelou em Agwa há quase dez anos para criar Boxe Boxe com as cores do Brasil, em uma versão original e explosiva. Esse projeto é emblemático da assinatura Käfig, com sua fertilização cruzada de mundos artísticos e sua abertura para o mundo. "Conheci esses jovens dançarinos brasileiros na Bienal de Dança de Lyon em 2006. Sua maneira de se expressar me impressionou e me seduziu. A dança é sua forma de existir, de escapar das dificuldades da vida cotidiana. A jornada deles me tocou porque ecoou a minha própria, quando, ainda adolescente, percebi que a dança era a chave para encontrar meu lugar na sociedade. O desejo de criar para eles logo se tornou evidente. A Agwa nasceu em 2008. Desde então, uma aventura artística e humana foi escrita: muitos anos viajando pelo mundo e compartilhando a dança com energia incondicional. Hoje, quero lançar um novo desafio, para levá-los mais longe na exploração do movimento e na mistura de gêneros. Também é um desafio coreográfico para mim combinar o movimento dos dançarinos brasileiros com a peça Boxe Boxe (criada em 2010), escrita para outros corpos, e adaptar a dança deles a uma nova trilha musical, redesenhada com a ajuda do Quatuor Debussy. Revisitar uma criação é um exercício fascinante: resistir ao efêmero, provar que a dança é uma forma de arte viva que se adapta a corpos e energias, prolonga o prazer de uma apresentação. É um presente motivador, e estou muito feliz por apresentá-lo com esses fiéis companheiros. De acordo com o projeto artístico no qual venho trabalhando há 20 anos, essa recriação faz parte de uma dinâmica de abertura para o mundo, demonstrando mais uma vez o poder da dança de transcender fronteiras". Mourad Merzouki

Boys don’t cry

2024-02-23T12:45:08-03:0023 de fevereiro de 2024|

Boys don't cry é uma peça para o público infanto-juvenil baseada em um texto de Chantal Thomas, escrito especialmente para a peça, em torno de um jogo de futebol improvável, terreno de jogo e de dança. Serve de pretexto para uma reflexão nostálgica, divertida e terna sobre o que significa dançar quando se é menino, especialmente quando se vem do norte da África e do mundo árabe. Propõe rever os clichês de uma certa teoria de gênero que dicta "costura para as meninas e futebol para os meninos". Um olhar terno e nostálgico sobre uma infância marcada por uma sociedade onde o caminho predestinado nem sempre é o desejado. Uma dança para si mesmo, uma ode à família, uma declaração do coração, uma compreensão do amor. Primeira apresentação desse espectáculo no Brasil.  Observações: A peça pode ser apresentada em sala ou espaço urbano. Contém falas em francês que poderão ser traduzidas.

BreakDO

2024-02-23T10:24:35-03:0023 de fevereiro de 2024|

O BreakDO é um projeto coreográfico que envolve dançarinos de hip hop (breakeurs) e judocas dos territorios ultramarinos franceses (Guiana, Martinica, Guadalupe), onde a arte do breaking se encontra com a arte do judô. O judoca, assim como o breakeur, tem uma relação única com o solo, ambos brincando com seus múltiplos apoios. Eles buscam uma forma de estabilidade no desequilíbrio, pouco antes da suspensão, seguida da queda. Esta é uma exploração das infinitas possibilidades que oferecem as duas práticas físicas, esportivas e artísticas, uma exploração de uma linguagem poética comum.

L’Homme V. et Friandises Véliyclopédiques

2024-02-23T09:39:56-03:0022 de fevereiro de 2024|

Desde que começou a praticar BMX e se tornou campeão francês e vice-campeão mundial, Vincent Warin, de Lille, desenvolveu uma abordagem artística baseada na exploração virtuosa do movimento e na relação que pode existir entre um homem e uma bicicleta, entre um homem e uma máquina. Dessa forma, ele ajudou a levar o BMX para os domínios da arte, da dança, do circo e do teatro. As criações que ele está desenvolvendo com a Cie 3.6/3.4 estão no cruzamento dessas disciplinas: BMX, música e essas novas formas de circo e dança. A mistura da prática desse esporte em alto nível, com uma estética poética e espaço fazem parte de sua abordagem artística. Seu universo singular e atípico é voltado para um público muito amplo. Nessa peça solo acrobática de BMX, acompanhada pelo som de um violoncelo ao vivo, Vincent Warin propõe um encontro surpreendente. De forma divertida, dominante e carinhosa com sua BMX, ele brinca com todas as restrições da mecânica... Ele também transforma o que, a princípio, parece ser um solo em um sensual pas de deux sob tensão. As elevações, os arremessos, os desequilíbrios no arame se sucedem ao ritmo do violoncelo estridente. Em seguida, a melodia se instala, eletrizando o balé oferecido por esse casal tão bem combinado. O ser humano não existe mais, a bicicleta desaparece e surge uma nova entidade: L'Homme V. Com a participação de Ricardo de Paulo, bailarino-coreógrafo mineiro e ex-integrante do Grupo Corpo. Primeira turnê de Vincent Warin no Brasil.

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